Nos últimos cincos anos, Angola, formou mais de 300 estudantes e professores em tecnologia espacial, provenientes de diversas instituições de ensino locais, segundo o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.
Ainda no mesmo período, mais de 20 instituições de ensino primário e de mais de 30 instituições do ensino médio e superior participaram, igualmente, nas acções de formação sob responsabilidade do Gabinete de Gestão de Programa Espacial Nacional (GGPEN).
O GGPEN esteve em frente da concepção e lançamento do CANSAT, um satélite pequeno que se assemelha a um real, num projecto que colocou os estudantes à prova, uma vez que estes tinham de pôr os principais sistemas que constituem este tipo de aparelhos (por exemplo comunicações, sensores, entre outros) num modelo miniatura.
O desafio colocado aos alunos foi de encaixar todos os principais subsistemas encontrados num satélite, como energia, sensores e sistema de comunicação, nesse volume mínimo.
A informação, chega num momento em que o país fez o lançamento do seu segundo satélite Angosat-2, construído pela russa ISS Reshetnev e transportado a partir do Cosmódromo de Baikanur, no Cazaquistão, e deverá possibilitar uma melhoria de de internet em regiões que serão abrangidos pelo sinal (continente africano e boa parte de Europa) e é reduzir a exclusão digital e melhorar o sinal de telecomunicações nas zonas mais remotas de Angola e do continente africano.
Fonte: Menos Fios, Rfi, DW




