INCM amplia conectividade com 60 estações de telefonia móvel em zonas rurais

INCM

Projecto de Conectividade Rural visa reduzir diferenças e garantir acesso universal às telecomunicações

A Autoridade Reguladora das Comunicações (INCM) vai instalar 60 novas estações de telefonia móvel em zonas rurais das províncias de Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Tete, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado, com o objectivo de expandir a cobertura dos serviços de telecomunicações para as localidades actualmente não abrangidas.

A iniciativa decorre através do Fundo de Serviço de Acesso Universal (FSAU) e integra-se no Projecto de Conectividade Rural, que visa promover a inclusão digital e reduzir as diferenças regionais.

As estações serão implementadas pela operadora móvel Vodacom Moçambique, selecionada através de um concurso público realizado este ano.

Garantir que nenhum cidadão fique excluído da transformação digital

Para o regulador, a iniciativa representa mais um passo no seu compromisso de assegurar que todos os cidadãos estejam amplamente conectados à evolução digital.

Segundo o comunicado, a previsão inicial era de trinta estações. Contudo, o número foi ajustado em virtude de a operadora vencedora ter apresentado proposta para uma quantidade superior à inicialmente estabelecida.

“A extensão permitirá a optimização dos recursos técnicos e logísticos já mobilizados no âmbito da iniciativa, garantindo eficiência na implementação, bem como o reforço da cobertura e do impacto do projecto”, lê-se no comunicado.

O projecto compreende a instalação de infra-estruturas de rede móvel (2G e 4G), Centros Multimédia com acesso público a Wi-Fi, sistemas de fornecimento de energia solar para alimentar as infra-estruturas, um sistema de telefone público pré-pago e o fornecimento de cem telemóveis por cada localidade beneficiária.

Outras notícias para ler:


Dados do regulador indicam que, actualmente, Moçambique apresenta uma taxa de penetração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nas zonas urbanas de 80%, contra apenas 20% nas zonas rurais.

Com a abordagem ora adoptada, almeja-se a criação de um ecossistema digital inclusivo que facilite o acesso a serviços públicos, impulsione o empreendedorismo local, melhore os indicadores de educação e saúde, e contribua para a redução das assimetrias digitais.

Fonte INCM

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