A Universidade de Joanesburgo pretende tornar os cursos de inteligência artificial (IA) obrigatórios em todas as qualificações oferecidas na instituição de ensino.
A notícia veio do lançamento do Instituto de Inteligência Artificial do Departamento de Comunicações e Tecnologias Digitais, para o qual a Universidade de Joanesburgo (UJ) e a Universidade de Tecnologia de Tshwane se associaram.
“O estudo da Inteligência Artificial está sendo tornado um curso obrigatório em todas as qualificações na Universidade de Joanesburgo para capacitar seus graduados a avançar em todas as áreas de trabalho”, disse Tshilidzi Marwala, Vice-Reitor da UJ.
No lançamento, o ministro das comunicações, Khumbudzo Ntshavheni, disse que o Instituto de Inteligência Artificial da África do Sul (AIISA) ajudará a juventude do país a evitar o desemprego e a se tornar criadores de empregos em seu próprio espaço.
A iniciativa terá dois hubs na África do Sul, um na Universidade de Tecnologia de Tshwane e outro na Escola de Negócios de Joanesburgo da UJ.
“As hubs demonstrarão uma série de iniciativas pelas quais compreenderão a implementação da IA como uma ferramenta de avanço econômico em vários setores”, disse Ntshavheni.
“O objectivo final do instituto é a criação de uma rede de hubs de IA ligados a projetos-chaves catalisadores em todo o país e centros de excelência em todo o continente”, explica revelando que o projeto envolve a consolidação de trabalhos já em andamento.
A missão é formar estudantes que vão fazer uma contribuição significativa na sociedade e se tornarem criadores de empregos em seu próprio espaço porque aprenderam sobre IA.
Ela também explicou que cada hub universitário trabalharia de acordo com suas áreas de força.
Maluleke explicou algumas das áreas em termos da Universidade de Tecnologia de Tshwane, que incluem a fabricação automotiva, transporte, turismo, telecomunicações, agricultura e sector de saúde.
A hub/incubadora da UJ se concentrará em indústrias como a cadeia de valor da fabricação, varejo, agricultura, mineração digital, energia, fintech, bancos digitais, identidade digital e sistema de justiça criminal.




