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As 10 fintechs mais valiosas do continente africano


As 10 fintechs mais valiosas do continente africano

Dez empresas africanas da área da inovação financeira (fintech) foram nomeadas entre as 300 maiores do mundo em 2025, pela CNBC e pela Statista, pelo seu constante crescimento e pela inovação financeira à escala global.

A lista, que abrange sete categorias, incluindo pagamentos digitais, activos digitais, fintech empresarial, insurtech, tecnologia de riqueza, neobanking e financiamento alternativo, evidencia mudanças significativas no panorama da tecnologia financeira, ainda que este sector se ressinta em termos de investimento.

De acordo com o relatório Pulse of Fintech, da KPMG, o investimento global em fintech caiu 20% em 2024, para 95,6 bilhões de dólares, atingindo o nível mais baixo dos últimos sete anos.

A selecção baseou-se numa avaliação rigorosa de milhares de empresas a nível mundial, tendo em conta critérios como crescimento, inovação, penetração no mercado e impacto.

A lista deste ano inclui líderes globais, como a Revolut, o Nubank e o Ant Group, a par de marcas africanas emergentes oriundas de mercados em forte expansão, sublinhando a influência crescente das fintechs africanas.

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No caso de África, a lista é liderada pelas empresas OPay, PalmPay, da Nigéria. Destacam-se ainda a MyFawry, do Egipto, a Yoco, da África do Sul, e as soluções quenianas de financiamento Tala e M-KOPA.

A PalmPay figura, pelo segundo ano consecutivo, entre as empresas de tecnologia financeira mais inovadoras e impactantes do mundo.

O relatório aponta para uma prosperidade africana em ascensão, que impulsiona a inclusão financeira, transforma os sistemas de pagamento e expande o acesso ao crédito digital em todo o continente, particularmente em mercados onde os serviços bancários tradicionais são limitados.

A inclusão destas startups é vista como uma confirmação da dinâmica inovadora da tecnologia financeira no continente africano, apesar dos ventos contrários.

Enquanto os mercados ocidentais enfrentam o cansaço dos investidores, as startups africanas estão a resolver problemas reais: acesso financeiro, inclusão e construção de confiança, à escala continental.

Fonte businessinsider

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