Por conta da violência terrorista que se instalou no país, o governo do Burkina Faso decidiu limitar a população o acesso a internet e Facebook.
A informação foi avançada pela Agência estatal, e em declarações ao Burkina24, o porta-voz do governo, Alkassoum Maïga revelou que “por razões de segurança e outras preocupações de interesse nacional, o Governo tem direito a fazer ajustamentos”, lê-se da citação no site Sapo Tek.
Alkassoum disse ainda que “se temos de escolher entre deixar que a insegurança se estenda, ou tomar medidas que permitam manter um mínimo de controlo sobre a situação, parece-me claro que a escolha do interesse nacional deve estar acima dos nossos interesses particulares”, justificando a restrição ao Facebook e à Internet.
Os problemas de acesso tiveram início concretamente no dia 10 de janeiro, depois de entre 20 e 28 de novembro a internet ter sido cortada por motivos de “segurança pública”, em sequência a um ataque terrorista no norte do país que fez 53 mortos.




