Remote work e revolução do Starbucks

Há dois anos, a eclosão do novo coronavírus pelo mundo, forçou várias empresas  a aprenderem novas formas de trabalhar ou gestão de equipas, e passou a fazer parte do dicionário ou gíria das mesmas a expressão: remote work (trabalho remoto em Português).

Também chamado de teletrabalho ou home office, trata-se da possibilidade de desempenhar funções da empresa fora do ambiente corporativo, que se tornou possível com a transformação digital que também vem crescendo.

Entre as vantagens, destaca-se a flexibilidade pela mudança da lógica do trabalho, redução de custos da economia com algumas das principais despesas ligadas a aluguel de escritório pela possibilidade de trabalhar de qualquer lugar.

Já com a situação pandêmica em escala aceitável para voltar à normalidade, enquanto que outras empresas vão voltando aos poucos na sua totalidade ao modelo escritório, outras têm dando continuidade a este novo sentido de trabalho passando a fazer parte do DNA da equipe o que resulta num modelo híbrido.

Nesta posição, que trabalhar fora do escritório tem-se tornado algo normal, a procura por lugares que continuem proporcionando conforto e bem estar laboral, tem crescido, e deixando de lado o “home office”, pelo mundo, os Starbucks tem mostrado um alto preparo neste sentido, como quem já previa um novo futuro ao trabalho.

Os Starbucks carregam consigo a ideia de tornar-se no terceiro lugar, onde mais do que se tornar numa referência enquanto cadeia mundial de   cafeterias, busca criar um espaço interactivo com áreas confortáveis equipadas para utilização de computadores portáteis, acesso  à Internet sem fio, o que torna o espaço propício para manter-se um ciclo de trabalho remoto.

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