Shein, marca de moda global, tem se tornado a nova aposta dos empreendedores moçambicanos que buscam fornecer produtos únicos aos seus clientes.
Com uma ampla variedade de produtos, desde roupas e acessórios até calçados e itens de beleza, a popularidade dos produtos da empresa tem aumentado nos últimos tempos, tornando-se os mais preferidos pelos empreendedores que actuam na área do vestuário.
Trata-se de uma marca chinesa que actua no ramo do “fast fashion”-designação para um padrão de produção e consumo no qual os produtos são fabricados, consumidos e descartados de forma “rápida”.
A marca iniciou a sua estabilização durante a pandemia, e actua de olho em compradores preocupados com as tendências (e custos), a marca opera exclusivamente pela internet e adiciona diariamente novos produtos de consumo.
A empresa envia produtos para mais de 220 países. O processo de compra envolve a seleção sob encomenda das roupas conforme o interesse do público.
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Na lista dos países, está Moçambique, onde dentro de um prazo máximo de trinta dias os comerciantes podem levantar as suas encomendas. Os preços de aquisição das peças variam entre 900 e 1500, dependendo do tipo de vestuário.
Ao optar pela Shein como sua nova parceira de negócios, os empreendedores moçambicanos aproveitam não apenas a popularidade crescente da marca, mas também a sua presença online estabelecida, o que facilita a comercialização e a distribuição dos produtos.
Igual a outros produtos, é no Whatsapp onde as empreendedoras realizam as vendas, através da publicação dos produtos disponíveis como também daqueles que podem ser requisitados.
No caso de encomendas, os termos e condições envolvem o pagamento pela metade do produto a ser adquirido e outra parte assim que tiver o mesmo nas mãos.
Entre a produção e garantia de novas formas de auto sustento aos empreendedores, a Shein é também alvo de críticas sobre seu impacto ambiental, falta de transparência e acusações de que copia pequenos designers, algo que a marca nega.
Fonte G1




