De acordo com um comunicado divulgado pelo escritório de advocacia envolvido no processo contra a Apple, a gigante de tecnologia em breve terá que pagar até 500 milhões de dólares para os clientes afetados por sua redução de desempenho em iPhones com baterias antigas.
As indemnizações estão conectados com chamado escândalo “Batterygate” que afectou pessoas que usavam iPhones das gerações 6, 6S e 7, além do modelo original SE que foi extinto pela marca, e decorre de reclamações de utilizadores de que a Apple propositalmente desacelerou os dispositivos após a instalação de actualizações de software.
O uso do termo Batterygate descreve o abrandamento deliberado do processador nos iPhones da Apple, a fim de evitar que os telemóveis com baterias degradadas se desliguem quando estão sob carga elevada.
A Apple não admitiu nenhuma irregularidade, em vez disso, afirmou que sua prática de diminuir deliberadamente a velocidade de seus telefones não era uma técnica para fazer as pessoas comprarem um dispositivo mais novo, mas sim uma medida de segurança para evitar que os telefones desligassem quando a bateria ficasse muito fraca.
As indemnizações serão distribuídas para cerca de 3 milhões de pessoas que apresentaram reclamações no processo, o que resultará em algo entre 65 e 90 dólares por pessoa.
Em meio a essa situação, a Apple continua a ser uma das maiores empresas do mundo em termos de valorização no mercado e continua a lançar produtos e serviços inovadores, como os novos modelos de iPhone, iPads, MacBooks.
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A empresa lidera o ranking das empresas mais valiosas no mundo, sendo que alcançou 3 trilhões de dólares em valor de mercado. Um marco que a torna na primeira a atingir este valor e assim a primeira empresa do mundo com esse nível de capitalização.
Assume-se que a valorização possa resultar na expectativa pela redução da taxa de juros nos EUA e o optimismo do mercado com o potencial da inteligência artificial têm favorecido a empresa criada pelo Steve Jobs.
A empresa é também pioneira em iniciativas sustentáveis e éticas na indústria de tecnologia, enfatizando a privacidade do usuário e a fabricação responsável. Sua abordagem ao design e à inovação sustentável tem sido um modelo para outras empresas.
A valorização em 3 trilhões de dólares segue também o lançamento, em 5 de junho, do dispositivo de realidade aumentada, um dispositivo inovador, que combina realidade aumentada e visão computacional, consiste em um par de óculos capaz de reproduzir imagens em três dimensões.
Na última semana apresentou a versão 15 do iPhone que chega e coloca a Apple numa nova era de carregamento, os novos aparelhos passam a contar com carregamento USB-C, abandonando assim mais de uma década de carregamento exclusivo através do lightning, além de incluir o Dynamic Island, que antes somente estava disponível nas versões iPhone 14 Pro e Pro Max.
As versões iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max, terão um “botão de ação” no lugar do botão de silêncio, que pode ser personalizado para uma série de actividades. Para as barras laterais, conta com titânio no lugar do aço inoxidável.
Fonte The Verge




