“A jornada chegou ao fim”– é assim que o moçambicano Amade Sambo, directamente do Japão, anunciou a sua criação: uma vacina contra o cancro, resultante de dois anos de pesquisas dedicadas e intensivas.
Trata-se de uma descoberta que já surge como candidata promissora no combate ao cancro, que continua a ser uma das maiores preocupações a resolver, a nível mundial, na área da saúde.
Para Amade Sambo, este é um marco que reflecte a sua paixão e propósito científico, representando não apenas uma conquista pessoal, mas também um contributo significativo da investigação moçambicana para a ciência global.
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Segundo escreve, a vacina, quimicamente sintetizada, apresentou resultados pré-clínicos positivos, destacando-se como “uma plataforma inovadora e robusta para o desenvolvimento de vacinas, com especial eficácia no combate ao cancro do pâncreas”, lê-se na sua publicação no Facebook.
“Os resultados pré-clínicos desta vacina sintetizada quimicamente demonstram o seu forte potencial como uma plataforma robusta para o desenvolvimento de vacinas contra o cancro do pâncreas. Além disso, oferece vantagens distintas em relação às vacinas convencionais, particularmente em termos de especificidade aprimorada”, escreveu.
Paralelamente a este avanço científico, o investigador concluiu o seu Mestrado em Química na Universidade de Osaka, considerada uma das 100 melhores universidades do mundo, com uma média final de 96%, equivalente a 19 valores no sistema de ensino moçambicano.
Com esta submissão, o próximo passo para o jovem é a publicação de artigos relacionados com a solução para a sua apresentação mais ampla e compreensão dos demais.

